domingo, fevereiro 10, 2013

As tentativas de embate institucional.

Na primeira sessão de inauguração da legislatura no congresso neste ano, num ato constrangedor o presidente do STF Joaquim Barbosa, sentou-se ao lado de Renan Calheiros seguindo o protocolo. Ainda este ano Barbosa talvez tenha que decidir o futuro do senador acusado pelo Procurador Geral da República de: peculato, falsificação de documentos e falsidade ideológica, e tornar réu o terceiro homem na linha sucessória da presidência da república. Se já não deram um paradeiro desconhecido as provas contra o senador.

Já no final do ano passado Marcos Maia o então presidente da câmara passou perto de um grave embate institucional ao fazer apologia a desobediência civil, e a tentativa de descumprir a decisão do supremo na perda do mandato de quatro mensaleiros condenados pela corte. Se decidir o mesmo caminho, Renan terá que enfrentar o STF para defender a si próprio.
   

                                                                             

sexta-feira, fevereiro 08, 2013

CARNAVAL

O carnaval é uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C.. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Posteriormente, os gregos e romanos inseriram bebidas e práticas sexuais na festa, tornando-a intolerável aos olhos da Igreja. Com o passar do tempo, o carnaval passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica, o que ocorreu de fato em 590 d.C. Até então, o carnaval era uma festa condenada pela Igreja por suas realizações em canto e dança, que aos olhos cristãos eram atos pecaminosos.
A partir da adoção do carnaval por parte da Igreja, a festa passou a ser comemorada através de cultos oficiais, o que bania os “atos pecaminosos”. Tal modificação foi fortemente espantosa aos olhos do povo, já que fugia das reais origens da festa, como o festejo pela alegria e pelas conquistas.

Em 1545, durante o Concílio de Trento, o carnaval voltou a ser uma festa popular. Em aproximadamente 1723, o carnaval chegou ao Brasil sob influência europeia. Ocorria através de desfiles de pessoas fantasiadas e mascaradas. Somente no século XIX que os blocos carnavalescos surgiram com carros decorados e pessoas fantasiadas de forma semelhante à de hoje.

A festa foi grandemente adotada pela população brasileira, o que tornou o carnaval uma das maiores comemorações do país. As famosas marchinhas carnavalescas foram acrescentadas, assim a festa cresceu em quantidade de participantes e em qualidade.

Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola
                                                       
                                   Campeã Vila Isabel  RJ - Mocidade Alegre SP                  


quinta-feira, fevereiro 07, 2013

BLOCOS ECONÔMICOS

Eternos aprendizes nunca poderão escreverem como especialistas. Esta crise na “EUROZONA” faz-me refletir sobre a extinta URSS, bloco econômico, militar, político, etc. Mas extinto, creio eu por um só fator, o econômico. O que fez os europeus ocidentais pensarem que poderiam fazerem, ou serem diferentes?


ALBA, ALCA, MERCOSUL, ETC. O que há de errado com a individualidade e particularidade econômica e cultural de um país? Antes a hegemonia militar, agora a hegemonia econômica e já na era da hegemonia religiosa.


Creio que é hora de pensarmos no futuro de nossos filhos e netos. Estamos com falta de inteligência pacífica, que pense a longo prazo e zelosamente pelo planeta e as novas gerações.
                                                         
                                                        

sábado, fevereiro 02, 2013

Capacidade de indignação depende da cultura de um povo.

“A ética não é um objetivo em si mesma. O objetivo em si mesmo é o interesse nacional. A ética é meio, não é fim”. (Renan Calheiros)
A frase dita por Renan soa como um deboche, um desrespeito ao povo e a história do Brasil, poderes executivo e judiciário que clamam pela memória histórica da ditadura de 1964 a 1985, falhou com uma memória tão próxima. Em 2007 o senador em questão honrou sua obrigação como pai (pensão alimentícia) com o seu dinheiro caro eleitor e contribuinte. Mais o contribuinte pode perguntar: “O que posso fazer em uma situação dessas?”

Volte ao passado, reveja como foram resolvidas outras questões como: “DIRETAS JÁ, FORA COLLOR”.  Aproveitem e pesquisem quem governou o país de fato, pois a: “FORA SARNEY” não deu certo. “Que medo”!
Pois é leitor! A dica esta aí, agora é pensar em uma atitude rápida.
José Sarney é o único remanescente da antiga ARENA, partido político que deu sustentação a ditadura de 1964. Conhece os militares e os homens públicos como ninguém.
Quem foi  mesmo o time titular do tricampeonato na copa do mundo em 1970?

                                                                                   


quinta-feira, janeiro 31, 2013

ECONOMIA CIDADÃ

O partido dos trabalhadores, insistiu por anos sobre a tal economia, alegam que os "fundamentos macroeconômicos"são os melhores dos últimos 20 anos.
Gostaria de esclarecimentos com detalhes, em linguagem que possa ser entendida tanto pelos trabalhadores com o ensino fundamental, até os de nível universitário, segundo o IBGE, contam com um bom percentual de analfabetos funcionais (leitura e interpretação de textos).
Que forma os fundamentos macroeconômico são melhores ou piores na economia doméstica? Índices de desemprego, renda média do trabalhador, custo de vida, qualidade de vida? Eu mesmo gostaria de conhecer a "economia cidadã"!

                                                                             


segunda-feira, janeiro 21, 2013

O que uma república federativa tem a ver com o Brasil?

Uma república federal é um Estado que estruturalmente é simultaneamente uma federação e uma república.
Uma federação é um estado composto por determinado número de regiões com governo próprio (chamados de "Estados") e unidas sob um governo federal. Numa federação, ao contrário do que acontece num estado unitário, o direito de autogoverno de cada região autonoma está consignado constitucionalmente e não pode ser revogado por uma decisão unilateral do governo central. Dos Princípios Fundamentais

Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:

I - a soberania;

II - a cidadania;

III - a dignidade da pessoa humana;

IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;

V - o pluralismo político.

Parágrafo único. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.

Art. 2º São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário.

Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:

I - construir uma sociedade livre, justa e solidária;

II - garantir o desenvolvimento nacional;

 III - erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;

IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

Art. 4º A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios:

 I - independência nacional;

II - prevalência dos direitos humanos;

III - autodeterminação dos povos;

IV - não-intervenção;

V - igualdade entre os Estados;

VI - defesa da paz;

VII - solução pacífica dos conflitos;

VIII - repúdio ao terrorismo e ao racismo;

IX - cooperação entre os povos para o progresso da humanidade;

X - concessão de asilo político.

Parágrafo único. A República Federativa do Brasil buscará a integração econômica, política, social e cultural dos povos da América Latina, visando à formação de uma comunidade latino-americana de nações. O ministério das cidades, não muda o contexto 
Convenção de Filadélfia aprovou a atual Constituição dos Estados Unidos em 17 de setembro de 1787.

"Não é a mamãe...não é a mamãe...não é a mamãe." "DINO DA SILVA SAURO."

                                                        


sábado, janeiro 19, 2013

CLT - A GRANDE CONQUISTA



A Carta del Lavoro de Benito, estão produzindo efeitos interessantes: cada vez mais os netos vivem da renda de seus pais e avós. Além de oferecer uma  incrível vantagem aos investidores, os próprios criam um regime cada vez mais perverso do que a própria CLT. Qual a vantagem do trabalho antes dos trinta anos de idade?
Para que experiência?  Não confiam nos profissionais que contrataram anteriormente? Mão de obra especializada? Onde estão os "especialistas"? Hoje tem mais lucro quem administra os cursos de teoria, dos que pagam e não arrumam nada. A educação incentiva o trabalho, ou o trabalho incentiva a educação? E a educação?
Investimento? Estão criando legiões de mercenários? A estabilidade profissional, agora é doença. Bom mesmo é a instabilidade emocional. Psiquiatras lotados de clientes, etc.
Salário comunista em um regime capitalista: "Freud explica".
Pobre país que é regido pela CLT em sua justiça trabalhista.



                                                           
                                                                                   



quinta-feira, janeiro 17, 2013

A humanidade e sua criatividade



As motivações humanas são sempre uma caixa de surpresa!
Primeiro destroem a estatua de Stalin, agora querem edificar uma, para Adolf Hitler.
Mais não há surpresa na atitude. Já destruíram santuários, edificaram santuários, uma estatua a mais ou a menos na história da humanidade não mudaria em nada os bons costumes, cultura e educação. Breve relato histórico:


Zivia Lubetkin: O dia 18 de abril de 1943 era a véspera de Pessach. Dois dias antes, o homem da Gestapo, Brund, entrou no escritório do Conselho Comunitário (o Judenrat) e disse que achava que o órgão não estava tomando conta direito das crianças judias.

Não havia comida nem legumes suficientes e ele sugeriu que os jardins de infância fossem reabertos para que as crianças pudessem brincar e rir, pois ele tinha certeza de que os judeus que haviam permanecido em Varsóvia eram produtivos e não havia perigo de deportação. Por experiência própria sabíamos que quando havia rumores no ar e se ouvia uma promessa desse tipo, era um mau sinal.

Tinham surgido rumores no gueto nos últimos dias antes de Pessach de que os alemães estavam-se aprontando para liquidar o gueto de Varsóvia. Outros tinham ouvido desse ou daquele alemão palavras de encorajamento, aconselhando-nos a lá permanecer. Mas no dia 18, o nosso policial judeu, que integrava o movimento clandestino, informou-nos que os policiais poloneses haviam dito aos policiais judeus que algo estava para acontecer naquela noite, apesar de não saberem exatamente quando.

A Frente de Combate Judaica existente no gueto, que contava com células de combatentes, declarou estado de alerta. Naquela noite, por volta da meia-noite, esse mesmo policial veio ver-nos para dizer que o gueto fora cercado.

Promotor: A essa altura, o Conselho Judaico já perdera o controle. Vocês estavam no controle da situação, correto?
Z. Lubetkin: Isto ocorreu antes, ainda, entre janeiro e abril, talvez antes. O próprio Judenrat obedecia as ordens que emitíamos e fazíamos publicar em Varsóvia. Era uma época em que os judeus obedeciam.
Nós nos dividimos. Eu fui para um posto no número 33 da rua Nalewki. O comandante do grupo era Zechariah Auster. Os outros camaradas, Anilevich e outros, também se dirigiram a seus postos. Mordechai Anilevich foi até o número 29 da rua Mila. Naquela noite dissemos aos judeus que aquele que tivesse armas, lutaria. Todos nós tínhamos armas – e não apenas os que fazíamos parte da Frente de Combate. Dissemos: os que não tiverem armas, descerão aos abrigos subterrâneos. E, na primeira oportunidade, no tumulto criado pela luta, deixem-nos fugir para a parte ariana da cidade. Deixem-nos escapar para a floresta. Alguns se salvariam.

Para os grupos de combate, não havia que dar ordens. Aqueles jovens, homens e mulheres, aguardavam há meses com ansiedade pelo momento de poder atirar nos alemães. O dia amanheceu. Eu estava num sótão da rua Nalewki, 33, e vi os milhares de alemães armados com metralhadoras cercando o gueto. De repente, eles entraram no gueto, aos milhares, armados como se estivessem indo em direção à frente russa. Nossa célula constava de vinte homens, mulheres e jovens.

Cada um de nós portava um revólver e uma granada e todo um esquadrão tinha duas armas , e algumas bombas feitas de forma muito rudimentar. Era preciso acendê-las com fósforos. Era estranho ver aqueles vinte judeus, de prontidão contra um inimigo numeroso e fortemente armado, felizes porque sabiam que seu fim tinha chegado. Sabíamos que eles nos venceriam; mas sabíamos, também, que eles pagariam um alto preço por nossas vidas.

Sei que muitos de vocês não acreditarão, mas quando os alemães avançaram em direção a nossos postos e lançamos contra eles aquelas bombas e granadas de mão e vimos o sangue alemão jorrando pelas ruas de Varsóvia, após ter visto tanto sangue judeu derramado, nós ficamos em júbilo. O amanhã já não nos preocupava mais.

Aqueles heróis alemães bateram em retirada, atemorizados pelas bombas domésticas e granadas de mão. Uma hora mais tarde vimos um oficial ordenar que seus soldados recolhessem os mortos e feridos. Mais tarde, retiramos as armas deles. Portanto, no primeiro dia, nós, tão poucos que éramos e com armas que mais pareciam de brinquedo, conseguimos afastar os alemães do gueto. Mas é claro que eles voltaram. Eles tinham armas e munição, pão e água suficientes, e nós, não. Voltaram no mesmo dia, reforçados por tanques, e nós, com nossas bombinhas de gasolina, ateamos fogo num tanque durante esse embate. Quando, à noite, nos reunimos para fazer os relatos, constatamos que nossas baixas tinham sido irrisórias, apenas duas. Sabíamos que naquele dia centenas de alemães tinham tombado, mortos ou feridos.



                                                                                   
                                                                           


                                                                                 

terça-feira, dezembro 18, 2012

Humor Etilico

Humor Etílico


O pai brigou com o filho, e encheu a cara.
O filho contrariado rouba a garrafa de vinho do pai, e corre para o vizinho.
Sobe as escadas e se queixa...
Tio olha esse doido bebendo. Pai tenta tirar a garrafa do filho na escada, e cai
O vizinho corre apavorado pensando nos cacos da garrafa e encontra o pai agarrado a garrafa inteirinha, intacta. O pai pergunta: - Acabou?
O vizinho pergunta: - O que?
O pai diz: - “Eu juro que sonhei com futebol”. O vizinho diz:- “Certo então largue a bola, que bola não tem rolha.”





Falhei com meus deveres

Eu falhei. Aos 56 anos de idade, cheguei a essa conclusão. Se um país é escolhido por seu povo, eu falhei. Eu sempre trabalhei, paguei meus impostos, respeitei as leis e o próximo. Talvez não bastasse trabalhar, mas me esforçasse um pouco mais, para que outros trabalhassem. Não somente pagar impostos, mas fiscalizar e exigir que os recursos fossem aplicados em beneficio do povo. Não apenas respeitar as leis, mas desestimular toda e qualquer tentativa de desrespeito as mesmas. 

Não apenas respeitar os outros, mas principalmente, ensinar os outros nossos direitos e deveres, usar nossos direitos para “lutar a boa luta” por eles, e com eles. Procurei votar bem me esforcei ao máximo, mas falhei. Vejo o que acontece nos três poderes e me da uma mistura de raiva e tristeza. Não bastasse apenas votar, mas orientar os menos favorecidos e cobrar dos eleitos suas promessas. Quanto mais eu olho em volta, idosos tendo que amparar os mais jovens, crianças sem lares, jovens sem oportunidades, ruas sem segurança, mais eu sei que falhei. O pior é não saber o que deveria ser feito. Só sei que eu, falhei. Ainda há tempo.

                                

                      
Estamos juntos: Ricardo L. Rocha Campos

BLOG DO CLAUDIO AMORIM Headline Animator