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terça-feira, dezembro 18, 2012

Falhei com meus deveres

Eu falhei. Aos 56 anos de idade, cheguei a essa conclusão. Se um país é escolhido por seu povo, eu falhei. Eu sempre trabalhei, paguei meus impostos, respeitei as leis e o próximo. Talvez não bastasse trabalhar, mas me esforçasse um pouco mais, para que outros trabalhassem. Não somente pagar impostos, mas fiscalizar e exigir que os recursos fossem aplicados em beneficio do povo. Não apenas respeitar as leis, mas desestimular toda e qualquer tentativa de desrespeito as mesmas. 

Não apenas respeitar os outros, mas principalmente, ensinar os outros nossos direitos e deveres, usar nossos direitos para “lutar a boa luta” por eles, e com eles. Procurei votar bem me esforcei ao máximo, mas falhei. Vejo o que acontece nos três poderes e me da uma mistura de raiva e tristeza. Não bastasse apenas votar, mas orientar os menos favorecidos e cobrar dos eleitos suas promessas. Quanto mais eu olho em volta, idosos tendo que amparar os mais jovens, crianças sem lares, jovens sem oportunidades, ruas sem segurança, mais eu sei que falhei. O pior é não saber o que deveria ser feito. Só sei que eu, falhei. Ainda há tempo.

                                

                      
Estamos juntos: Ricardo L. Rocha Campos

domingo, dezembro 16, 2012

Atenção vacinação em massa.

Vacinas que jamais descobrirão.




Vivemos em um país que padece de uma epidemia secular, transmissível e incurável: “Desconhecimento total dos três poderes da União”
Não há culpa na população, pois nem os próprios se conhecem em ocasiões “especiais”. Aqui , Aqui e Aqui
As causas são três tipos de vírus: Falta diálogo familiar, educação de qualidade e informação de qualidade, suspeita-se que a corrupção esteja no efeito secundário da epidemia.
Após alguns estudos, cientistas propõem que a população faça fila para uma vacina experimental. O povo cheio de esperança dirige-se as filas nos locais de vacinação, certos de que se livrarão da peste epidêmica.
O povo sai das urnas eletrônicas (local designado pelos cientistas), certos de que se livrarão da peste que assola o país. Mais tarde descobre-se que a tal vacina ainda trata-se de um placebo. Ingênua população, que reluta em aceitar que a cura esta no fortalecimento via "carisma"da vacina. A cura já existe, no corpo coletivo do eleitorado, não foi desenvolvida por falta de vontade política dos “cientistas”: voto, vigilância, participação, auto-inclusão, e vem posteriormente a vacina primária citada acima. Mais ainda há tempo.

                                                                                
                                                                                   O FÁCIL DISCURSO


                                                                          

terça-feira, dezembro 11, 2012

Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF)

O Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF), é um imposto brasileiro ainda não regulamentado desde a Constituição de 1988. É um imposto federal, ou seja, somente a União tem competência para instituí-lo (Constituição da República, art. 153, inciso VII). Por não ter sido regulamentado, ainda não foi instituído. Embora haja um apelo do governo em aprovar tal imposto, trata-se ainda de um imposto controverso, principalmente devido à discrepância entre o modelo brasileiro e o modelo adotado no exterior. A relutância em aprová-lo deve-se também a questões que poderiam surgir na vida fiscal do país, como crescente evasão fiscal e a ocultação de patrimônio.

A primeira iniciativa de instituí-lo partiu do então senador Fernando Henrique Cardoso, cujo projeto de lei complementar (PLP) nº 162, de 1989, foi aprovado pelo Senado e encaminhado à Câmara dos Deputados, onde incorporou emendas no sentido de tributar a fortuna familiar superior a R$ 4 milhões, isentando o imóvel de residência, instrumentos de trabalho e demais ativos de alta relevância social ou tecnológica, com alíquotas graduais e progressivas em quatro faixas de 0,1%, 0,2%, 0,4% 


Contudo, o projeto foi rejeitado pela Comissão de Tributação e Orçamento da Câmara em 2000. Na atual discussão sobre reforma tributária, a bancada do PT apresentou projeto de emenda constitucional (PEC) transformando o IGF em Contribuição sobre Grandes Fortunas, de forma a tornar mais fácil sua instituição e regulamentação. Consiste em apenas três alíquotas, de 0,5%, 0,75% e 1%, e limite de isenção de R$ 10,98 milhões, isentando a residência do contribuinte.

O imposto sobre a riqueza instituído em vários países tem apresentado baixa participação na arrecadação e custo administrativo elevado. Por isso, Estados Unidos, Reino Unido, Austrália, Japão e Itália optaram por não adotá-lo. O Imposto de Renda (IR) é a grande base da arrecadação tributária da maioria dos países desenvolvidos, tendo o imposto sobre a riqueza finalidade complementar ao IR - evita a evasão ao comparar patrimônio e renda declarada.

A Alemanha aboliu o imposto sobre a riqueza em 1996 e o reinstituiu em 2007, com alíquota única de 3%. Na França, o imposto possui alíquotas progressivas de 0,55% a 1,8%, com reduções para o imóvel de residência e ativos financeiros. Na Espanha a lei é rigorosa, com alíquotas progressivas de 0,2% a 2,5%, porém a tributação conjunta desse imposto com o IR é limitada a 60% da renda do contribuinte.

A Holanda aboliu o imposto em 2001, mas instituiu outro imposto sobre o patrimônio com uma alíquota efetiva de 1,2%. A Suíça tem alíquotas entre 0,1% e 0,9%, e a Noruega, de 0,9% e 1,1%. A Suécia, alíquota única de 1,5%, e a Índia, de 1%, que só alcança bens improdutivos, como jóias, imóveis, automóveis e obras de arte. Islândia e Finlândia aboliram o imposto em 2006 e Luxemburgo isentou as pessoas físicas em 2005.

São muitos os desafios político-administrativos do imposto sobre a riqueza. Para fugir de sua progressividade, o contribuinte pode diluir seu patrimônio entre os contribuintes de sua família ou mesmo criar pessoas jurídicas. Portanto, é necessário ter um cadastro familiar e um cadastro de empresas com a participação das famílias cotistas. Também é preciso ter um sistema avaliatório de bens para confrontar os valores declarados pelos contribuintes, e há necessidade de integrar os sistemas municipais de cadastro e avaliação de imóveis.

No Brasil, investir em imóveis tem sido uma proteção contra a inflação e choques macroeconômicos. A urbanização acelerada, a política habitacional e o crédito elevado e seletivo valorizaram os imóveis legais, que ficaram praticamente sem tributação efetiva durante anos devido à defasagem entre os preços de mercado e os valores venais dos cadastros municipais.

O IGF pode diminuir a fragilidade, o excesso de incentivos fiscais e o alto custo político que muitos municípios brasileiros têm em cobrar o IPTU, já que uma das propostas discutidas é permitir o contribuinte abater no IGF o que foi pago de IPTU. O IGF também incentivará os donos de imóveis a extraírem renda, reduzindo a ociosidade do parque habitacional. Por outro lado, pode ocorrer, como aconteceu na Suécia, de cair em 5% a 10% o valor de mercado das ações, que passam pagar o novo imposto. Caso o Brasil opte por adotar o IGF, será preciso tempo para aprimorá-lo, viabilizando os objetivos maiores de melhorar a distribuição de renda e combater a evasão fiscal.

Pedro Humberto de Carvalho Jr. é pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica 
Aplicada (IPEA) 

sogra na churrasqueira...melhor não...carne dura né...Vamos de novo...
                                                                             


sábado, dezembro 08, 2012

Estamos entendidos?

Preste bem atenção! Aqui no Brasil, não importa como esteja com as pernas, tem que acreditar no governo, ou aciono o judiciário. Estamos entendidos? Isto aqui, você pode não acreditar, mais se trata de uma democracia. Participou da carne? Vai roer o osso.

                                                     
                                                                          
                                                                         

quarta-feira, dezembro 05, 2012

Cerca de 40% de 176 nações são menos corruptas que o Brasil segundo...




Reuters e Agência Estado

iG São Paulo | 05/12/2012 09:43:08

País ainda tem avaliação ruim em levantamento da Transparência Internacional com 176 nações; Dinamarca, Finlândia e Nova Zelândia são vistos como menos corruptos. Aqui

Como era em 2001 e 2002 Aqui


sexta-feira, novembro 02, 2012

Assassinos, tiros, guerra, barbárie, covardia e Fukuhara.

Houve um tempo em que o instinto do animal doméstico falhava com o estampido de um tiro, a caça depois do advento da pólvora e seu meio mal empregado como qualquer produto químico, passou de necessidade a esporte e desenvolveu, não como deveria, uma selvageria nos animais silvestres. O instinto e racionalidade, são coisas bastante diferenciadas e sobrou aos animais apenas o instinto aos humanos ..."deixa pra lá."
O que eu queria contar é a história do meu cãozinho "Swing", na minha época de criança era apenas um ritmo musical dançante. (um estilo de jazz Estados Unidos da década de 30).
Morava em uma casa antiga, alugada, imensa de quintal a área construída: cinco quartos, sala, cozinha, e banheiro. Antigamente, quem não tinha casa própria e não podia pagar um aluguel, não invadia terrenos e montava barracos, era pobreza também, mais alugava uma residência com vários cômodos e praticava sobre-locação. Faltava um pouco de privacidade, mais sobrava compreensão e grandes amizades (sub-cooperativa habitacional). (década de 60)

Certo dia acordei na madrugada com um verdadeiro inferno: latidos, tiro e ganidos. Assustado, contrariando  a mídia ainda vivem pessoas que sabem que era raro na época tiros, meu pai levantou e quando não mais ouviu tiros abriu a porta cuidadosamente e deparou com meu querido cãozinho (raça collie), o Swing, baleado na perna e ganindo. Levamos ao veterinário e ele ainda viveu uns três anos, mais tarde o ferimento a bala virou câncer e ele faleceu. Como podem ver o instinto é perigoso, ao escutar o primeiro estampido poderia correr, mais continuou a atacar um elemento estranho ao convívio e foi alvejado.
FOTO ILUSTRATIVA
                                                 

Hoje, estava lendo a notícia do "Duque" o cão com o instinto atualizado do Sgt°. Fukuhara. O que restou de bom no ato covarde e bárbaro da execução do Sgt° Fukuhara. Parabéns "Duque" que viva por muitos anos. Seu instinto atualizado te salvou, você perdeu seu dono! Quanto aos covardes executores do seu dono, correram muito mais rápido do que um cão doméstico, mais as câmeras de segurança são mais rápidas do que a covardia. Tenho certeza que serão pegos, e pagarão a divida com a justiça dos homens. A divina, possuem as "câmeras" com a justiça incluída.


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