Mostrando postagens com marcador cultura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cultura. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, fevereiro 13, 2013

MAIAS, MALAQUIAS E O FIM DO MUNDO.

Não tenho certeza se houve engano, ou deixaram de contar o tempo na civilização Maia em 21/12/2012.  Talvez a civilização esperavam por um fim do mundo físico, rápido, apocalíptico, com o tempo poderá vir a acontecer.

O fato é que quando nos referimos aos Maias falamos em civilização, algo que parece estar se deteriorando. A civilidade, educação, culturas inteiras estão se deteriorando, abro os jornais e leio acontecimentos jamais vistos no mundo moderno: estupro coletivo na ÍNDIA, MÉXICO, EGITO, AFRICA DO SUL, BRASIL. Na Africa é quase todo continente.

 Aciono o browser da internet: corrupção, escândalos, violência, nada mais sensibiliza a justiça dos homens, a dignidade humana. Talvez os Maias foram mal interpretados, de que adianta contar o tempo onde a civilidade esta se deteriorando? Nem o Papa aguentou e renunciou. Vamos ver o que dizem sobre Malaquias.

                                                                                 

sexta-feira, fevereiro 08, 2013

CARNAVAL

O carnaval é uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C.. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Posteriormente, os gregos e romanos inseriram bebidas e práticas sexuais na festa, tornando-a intolerável aos olhos da Igreja. Com o passar do tempo, o carnaval passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica, o que ocorreu de fato em 590 d.C. Até então, o carnaval era uma festa condenada pela Igreja por suas realizações em canto e dança, que aos olhos cristãos eram atos pecaminosos.
A partir da adoção do carnaval por parte da Igreja, a festa passou a ser comemorada através de cultos oficiais, o que bania os “atos pecaminosos”. Tal modificação foi fortemente espantosa aos olhos do povo, já que fugia das reais origens da festa, como o festejo pela alegria e pelas conquistas.

Em 1545, durante o Concílio de Trento, o carnaval voltou a ser uma festa popular. Em aproximadamente 1723, o carnaval chegou ao Brasil sob influência europeia. Ocorria através de desfiles de pessoas fantasiadas e mascaradas. Somente no século XIX que os blocos carnavalescos surgiram com carros decorados e pessoas fantasiadas de forma semelhante à de hoje.

A festa foi grandemente adotada pela população brasileira, o que tornou o carnaval uma das maiores comemorações do país. As famosas marchinhas carnavalescas foram acrescentadas, assim a festa cresceu em quantidade de participantes e em qualidade.

Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola
                                                       
                                   Campeã Vila Isabel  RJ - Mocidade Alegre SP                  


sexta-feira, dezembro 14, 2012

MINHA CIDADE NATAL.



Um programa experimental de saúde preventiva de uma engenharia invejável para enchentes, poderão se tornar as últimas unidades. Como Caxias do Sul, a prefeitura de Santos lançou um projeto menos radical de lixeiras nas ruas.

E não é que as lixeiras com rodinhas vão para cima das calçadas e logo se tornarão carrinhos de compra de supermercado. A marca para elas, existem no asfalto em distância de mais ou menos 50 cm das calçadas.

 A ideia é para lixo orgânico. Eu vou apostar no fim do projeto. 

"Educação do querido povo de minha querida cidade."

                                                                               

quinta-feira, dezembro 13, 2012

O REI DO BAIÃO



Biografia - Abril Cultural



    Luiz Gonzaga nasceu em Exu (PE) no dia 13 de Dezembro de 1912 em uma fazenda chamada "Caiçara", a 3 léguas da cidade. Filho de Januário e Ana Batista (conhecida por Santana), ele ganhou esse nome em homenagem à Santa Luzia, que era seu dia.

    Aos sete anos, Luiz já pegava sua enxada. Mas preferia ficar olhando o pai consertar sanfonas e observar como se tocava esse instrumento. Januário era sanfoneiro respeitado em toda a região. E Luiz via o pai tocar, estudando os movimentos dos dedos, louco para experimentar o fole.

    Um dia, o pai na roça, Santana na beira do rio, Luiz pegou uma sanfona velha e começou a tocar. Com poucas tentativas já conseguia tirar melodias do instrumento. Foi quando a mãe chegou e lhe deu um safanão. Não queria um filho sanfoneiro que se perderia no sertão. Mas Januário gostava das tendências musicais do filho. Deixava o filho ir tocando as sanfonas que vinham de longe para serem consertadas. Só se assustou quando um dono de um terreiro muito concorrido, pediu licença para Luiz tocar num baile. O menino irrequieto e cheio de iniciativa, já andara tocando por lá, sem que Januário soubesse, fazendo grande sucesso.

    - Fale com Santana, ela é que resolve - disse Januário, ao mesmo tempo orgulhoso e temeroso pelo filho.

    Santana a princípio negou, mas depois resolveu deixar na mão dos homens o assunto. Conversa vai, conversa vem, Januário consentiu:

    - E se der sono nele por lá?

    - Ora, a gente arma a rede e manda ele drumi - respondeu o dono do terreiro, com o sanfoneiro já garantido para a festa.

    Naquela noite Luiz tocou com todo entusiasmo, agradando em cheio. Mas realmente não resistiu. Os olhos pesaram, a sanfona tornou-se um fardo e o menino foi para a rede. Tão menino ainda que fez xixi enquanto dormia, fugindo para casa com vergonha.

    A partir de então passou a acompanhar Januário pelos forrós daquele sertão. Santana a princípio discordava mas calou-se depois de ver os dois mil réis que o menino ganhava revezando-se com o pai na sanfona.

   Assim cresceu Luiz Gonzaga: ajudando o pai na roça e na sanfona, acompanhando a mãe às feiras, fazendo pequenos serviços para os fazendeiros da região, sendo protegido pelo Coronel Manuel Aires de Alencar. Sr. Aires era homem bondoso e respeitado até pelos inimigos. Luiz, embora filho de trabalhador, era muito bem tratado pelos Aires de Alencar. As filhas do Cel.  ensinaram-lhe as poucas letras que aprendeu: assinar o nome, "ler uma carta e escrever outra". Ensinaram-lhe também a falar correto, comer direito, boas maneiras.

    Foi o Sr. Aires quem realizou o grande sonho de Gonzaga: ter uma sanfona própria. O instrumento, uma harmônica amarela marca "Veado", custava 120$000, Luiz tinha 60$000 economizados. O Cel. pagou o resto. Mais tarde foi reembolsado por Luiz com o fruto de seu trabalho de sanfoneiro.

    O primeiro dinheiro ganho com sua sanfona foi no casamento de Seu Dezinho, em Ipueira: ganhou 20$000. Foi nessa festa que sua fama de bom sanfoneiro começou a fixar-se. Luiz sentiu que seu destino era aquele quando, no meio do baile, Mestre Duda, o mais respeitado sanfoneiro da região, soltou o elogio: "Esse menino é um monstro pra tocar".
    - Foi o maior elogio que já recebi na minha vida - disse Gonzaga.

    Quando descansava da sanfona, Luiz dançava e namorava. Uma vez, pensou em casar, comprou até alianças, mas Santana acabou com o noivado do adolescente. A coisa foi pior quando entrou para um grupo de escoteiros, em Exu, e começou um namoro de olhares com Nazinha, filha de Raimundo Delgado, um importante da cidade. A primeira conversa entre os dois confirmou o interesse mútuo. Pensando novamente em casamento, Luiz foi falar com os pais da moça. Raimundo não estava; a mãe foi simpática, mas deu a entender que o pai não aprovaria o namoro. Dias depois, um amigo contava a reação de Raimundo:

    - Um diabo que não trabalha, não tem roça, não tem nada, só puxando aquele fole, como é que quer se casar? É isso, mora nas terras dos Aires e pensa que é Alencar. Os Aires podendo tirar o couro daquele negro. Dão liberdade e agora quer moça branca pra se casar...

    Luiz não hesitou; comprou uma peixeira e foi tirar satisfações do homem, disposto a matá-lo. Raimundo conseguiu desconversar e contou tudo a Santana. O resultado foi uma surra no valentão, a maior que recebeu na vida. Santana açoitou-o até perder as forças e cair sentado num banco. Luiz, assim que se recompôs, fugiu para o mato.

    Em Crato, Luiz mentiu que ia a Fortaleza comprar um fole novo. E vendeu o velho para Raimundo Lula, tomando o trem que o levava pra uma resolução: entrar para o Exército. Queria deixar para sempre Exu, a vergonha do quase crime e de uma surra aos dezessete anos. Como tantos homens do interior, ia para a capital, buscar no Exército uma vida melhor.

   Tornou-se o recruta 122 numa época violenta: a Revolução de 1930 logo estourava no Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraíba. Para este último Estado seguiu o batalhão de Luiz, aderindo aos revoltosos na cidade de Sousa. Os meses seguintes foram de missões ao Pará, interior do Ceará e Teresina, agora em defesa da revolução vitoriosa. Na capital do Piauí, Luiz, que estava prestes a dar baixa, conseguiu o engaiamento e foi para o Sul: Rio, Belo Horizonte, Campo Grande, Juiz de Fora.

    Tinha agora um apelido: "Bico de Aço", pois tornara-se corneteiro muito competente. Com a sanfona, tivera um reencontro muito triste. Foi tocar na orquestra do quartel, o maestro falou:

    - Gonzaga, dá um Mi Bemol aí.

    - Mi Bemol? Que diabo é isso?

    E assim o bom sanfoneiro de Exu ficou de fora da orquestra: não sabia nem a escala musical. Mas decidiu aprender. Mandou fazer uma sanfona com Seu Carlos Alemão e começou a estudar com Domingos Ambrósio, O Dominguinhos, famoso sanfoneiro de Minas. Aprendia o Mi Bemol e as músicas  que se tocavam no centro do país: polcas, valsas, tangos.

    Transferido para Ouro Fino, sul de Minas, lá tocou pela primeira vez num clube, "assassinando" o repertório de Augusto Calheiros e Antenógenes Silva. Os bons tempos de caserna estavam no fim. Uma nova lei proibia que Luiz ficasse mais de dez anos engajado. Depois de uma ida a São Paulo, em busca de um fole melhor, retornou à vida paisana. Era 1939, Luiz Gonzaga não sabia direito o que fazer.

    "Cum um bocado de roupa
    Minha sanfona e dinheiro
    Eu vim pra terra da luz
    Que é o Rio de Janeiro;
    Tive meu primeiro emprego
    Meu amigo não se zangue;
    Foi num canto de café
    Ali pertinho do Mangue."

    Enquanto esperava um navio para voltar a Pernambuco, Luiz ficou no Batalhão de Guardas do Rio de Janeiro. Um soldado o aconselhou:

    - Mas, rapaz! Com um instrumento desses aí e na moita. Isso é dinheiro vivo, moço! Sei onde você com isso aí pode levar seus cinqüentões folgados!

    Era no Mangue, Rua Júlio do Carmo, esquina de Carmo Neto. "Um fuzuê dos diabos", conta Luiz.

   Ao barulho do movimento na rua juntava-se o rumor dos bares, da boêmia malandra e constante, soldados e marinheiros do mundo inteiro. Loiros, chinos, brasileiros, alemães, russos, polacos, o diabo. Desconfiado, Luiz começou a tocar timidamente. Mas logo conseguiu companheiro, o guitarrista Xavier Pinheiro, com quem passou a tocar nos bares do mangue, nas docas do porto, nas ruas, onde houvesse alguém disposto a ouvir e jogar alguns tostões no pires. Acabou sendo convidado para tocar em festinhas de subúrbio e nos cabarés da Lapa, após a meia-noite, quando encerrava seu "expediente" nas ruas da cidade. A sanfona garantia-lhe a sobrevivência e abria-lhe novos caminhos.

    No Elite, gafieira da Praça da República, Luiz teria a primeira oportunidade de conhecer uma figura do rádio, o pianista cego Amirton Valim, de tocar seus forrós e chamegos do Nordeste. Era uma exceção, pois seu repertório continuava sendo o exigido pelo público da época: tangos, fados, valsas, foxtrotes, etc.

    Foi tocando esses ritmos estrangeiros que Luiz fez as primeiras tentativas no rádio, arriscando-se nos programas de calouros de Silvino Neto e Ari Barroso. Fracasso total: nunca passava de uma medíocre nota 3. Até que um dia um grupo de estudantes cearenses chamou-lhe a atenção para o erro que cometia: por que não apresentava as músicas que crescera ouvindo e tocando, as músicas gostosas dos sanfoneiros do sertão como seu pai Januário e Mestre Duda?

    - Bôas noite, seu Barroso.
    - Rapaz, procure um imprego.
    - Seu Ari, me dá licença pra eu tocar um chamego?
    - Chamego?... O qui é isso no rol da coisa mundana?
    - O chamego, Seu Barroso, é musga pernambucana.
    - Como é o nome desse negócio?
    - Vira e Mexe!
    - Pois arrivira e mexe esse danado... a gente vê cada uma...

    Luiz virou e mexeu com todo mundo. Ari Barroso deu-lhe nota 5 e o prêmio de 15$000. O público pediu bis, entusiasmado com a descoberta. Luiz também fazia uma descoberta:

    - Havia ambiente para as músicas do nosso sertão, havia um filão a explorar, até então virgem quase não passavam de contrafações grosseiras aqueles programas sertanejos com emboladas e rancheiras.

    Não deixou o pires do Mangue, mas começou a aparecer em programas de rádio, como o Zé do Norte, e a conhecer os compositores que admirava: Augusto Calheiros, Antenógenes Silva. Este último, ao saber que Gonzaga tocava no Mangue, profetizou:

    - Pois vá se aguentando lá, que seu dia chegará.

    E o dia começou a chegar quando Luiz, tocando no Mangue, foi procurado por Januário França. Precisava de um sanfoneiro para acompanhar Genésio Arruda numa gravação. Luiz hesitou:

    - Será que eu acerto?
    - É sopa, rapaz.

        Luiz saiu-se tão bem no acompanhamento que o diretor artístico da RCA, Ernesto Matos, pediu-lhe para tocar alguma coisa em solo. Luiz tocou duas valsas e uma rancheira. Matos gostou e acabou fazendo uma concessão:

    - Agora meta lá esse negocinho do Norte que você disse que tem.

    O "negocinho": o chamego Vira e mexe e o xóte No Meu Pé de Serra.

    - Amanhã pode vir gravar.

    14 de Março de 1941, Luiz Gonzaga gravou seus dois primeiros discos como solista de sanfona. No primeiro, a mazurca Véspera de São João (Luiz Gonzaga - Francisco Reis) e Numa Serenata, valsa própria do Luiz. No segundo: Saudades de São João del Rei (valsa - Simão Jandi) e Vira e Mexe, chamego de Luiz Gonzaga. Os três 78 rotações que viriam a seguir manteriam a mesma proporção de música nordestina: Nós queremos uma valsa (Nássara e Frazão), Farolito (Augustín Lara) e só então o Pé de Serra.

    Durante cinco anos Luiz Gonzaga gravaria cerca de setenta músicas. das quais apenas dez seriam chamegos. A maior parte eram valsas, polcas, mazurcas e chorinhos, quase sempre de autoria do próprio Gonzaga.

    - Agora que estou mais procurado, lembrei-me de que fui eu quem lançou o choro no acordeão, algumas coisas mais fáceis do Nazareth, outras minhas.

    E nesses cinco anos Luiz Gonzaga faria carreira na rádio carioca. Começou com um contrato na rádio Club, para onde o levou Renato Murce. Substituiu seu ídolo Antenógenes Silva no Alma do Sertão participava de programas quase todos os dias da semana. Além disso, tocava no teatro com Genésio Arruda e, nas noites de domingo, animava os dancings do centro da cidade.

    - Havia o contrato da rádio, com seus 400$000 no fim do mês; havia os 20 de Genésio todos os dias e, com surpreendente regularidade, cerca de 300$000 de venda das gravações, um outro ordenado.

    Deixara de vez o Mangue e a dupla com Xavier Pinheiro. mas não esqueceu o amigo que inclusive o abrigara em sua casa: gravou algumas músicas do Xavier, divulgando-as para além dos bares frequentados por marinheiros e prostitutas.

    "Adispôs desse contrato
    Num abri e fechá de ôiu
    Viero me inconvidar
    Pra fundação da Tamôio."

    Seiscentos mil réis, o título de "maior sanfoneiro do Nordeste", mas uma severa proibição de cantar. E Luiz insatisfeito:

    - Talvez por não encontrar a verdadeira expressão do meu pendor artístico naqueles solos de sanfona, que subitamente me pareceram desenxabidos, inautênticos. Eu desejava fugir do ramerrão, das valsas rancheiras (...) Eu havia feito outras experiências fora do rádio, e os resultados foram animadores. Haviam-me aplaudido tocando choros, chamegos, forrós e calangos.

    Luiz começava sua luta para tocar, cantar e gravar suas músicas nordestinas quando foi despedido da Tamoio (1944). Logo foi contratado, por Cr$1 600, 00, pela Rádio Nacional, onde Paulo Gracindo, olhando para o rosto redondo de Luiz, apelidou-o de "Luiz Lua Gonzaga".
                                                 
Foto e Vídeo Ilustrativos
                                                     

Várias anomalias na sociedade

ECLESIASTES 4


Eu me voltei para outras coisas, e vi as calúnias que se passavam "debaixo do sol" e as lágrimas dos inocentes e que ninguém os consolava: nem eles podiam resistir a violência  dos que os humilhavam, destituídos de todo o socorro..
2 E louvei mais os mortos do que os vivos: 3 e reputei mais venturoso do que uns e outros, e que não tem visto os males que se fazem "debaixo do sol". 4 Contemplei de novo todos os trabalhos dos homens, e fiz reparos em que suas industrias se achavam expostas à inveja do próximo. E nisto há também vaidade, e cuidado supérfluo. 5 O insensato cruza as suas mãos, e come as suas carnes; dizendo: 6 Mais vale um punhadinho com "descanso", do que ambas as mãos cheias com trabalho e "aflição do ânimo".
Imagem e vídeo ilustrativos
                                                                               

segunda-feira, dezembro 10, 2012

POR QUEM OU POR QUE OS SINOS DOBRAM?



Muitos desses toques vieram de Portugal trazido pelos colonos. Em 1740 foi trazido um toque do vaticano criado pelo Papa Bento XIV e colocado em vigor pelo Bispo de Mariana em 1757, o toque que relembra a morte do Senhor, toque ainda executado nos dias de hoje. Muitos outros toques foram criados pelos próprios sineiros, uma tradição passada de pai para filho. É certo que a falta de rádio, televisão, telefone e outros sistemas de comunicação rápida foram os principais elementos para a criação da linguagem dos sinos.

Angelus - 9 pancadas no sino do Sacramento, às 18:00 h diariamente

Natal - dia 24, às 22:00 h, dobres. Às 23:00 e 23:30, "Entrada" Finda a Missa, repique.

Passagem de Ano - havendo missa, obedece às mesmas disposições do dia de Natal.

Eu chamo os sinos de apóstolos de ferro. Acho que li em algum artigo. Sineiros de todo mundo, atento por "Habemus Papam!"

Saudades das épocas que eram dobrados em todos os locais onde haviam um, nos natais, anos novos, marcarem paz, etc. E não toquei nos: apitos de navios, trens, buzinaço. Era muito sensibilizante.

Reparem a arte e a beleza da arquitetura da igreja abaixo! O latim de sua fachada: Os apóstolos de ferro parecem estarem presos, mais a beleza continua. Armas de fogo na cidade, podem dar queixa? Mais sinos podem.
A fachada da Imaculado Coração de Maria
















Fontes: Completa


Adaptado do Blog do Claudio Amorim (ATEU)


sábado, dezembro 08, 2012

21 DE DEZEMBRO DE 2012

Eclesiastes


Contém naquele livro considerações filosóficas do gênero do que hoje costumamos chamar de "pensamentos". Ensina que "tudo é vaidade" neste mundo e que não se pode encontrar a felicidade completa nas criaturas. Devemos portanto usá-las com moderação e com um firme pensamento no "Criador de Tudo"
Uma leitura superficial poderá dar a impressão de ceticismo por parte de Salomão...ops do "professor", mas uma leitura mais apurada e atenta nos revelará o que quisermos interpretar. Mais sempre com confiança em Deus.

1 Palavras do ...

Nada de novo no mundo ( O autor: Pouco se refere sobre a terra, mais muitas vezes debaixo do sol) Acho que é vício de linguagem...

4 Uma geração passa, e outra geração lhe sucede : Mas a terra(planeta) permanece sempre firme.
5 O sol nasce, e se põe, e torna ao lugar de de onde partiu: e renascendo aí, 6 faz o seu giro pelo meio-dia, e depois se dobra para o norte "para os cientistas" ou norte (destino) ou norte (norte). 

"Adoro esta leitura e recomendo, ECLESIASTES, me considero ateu mais adoro os desafios de interpretação. Respeito os religiosos, mais as vezes não os entendo"

Eclesiastes: Pseudônimo do autor é o mais provável.


FOTOS E VÍDEOS ILUSTRATIVOS


                                                      

                                                       
                                                     

Estamos entendidos?

Preste bem atenção! Aqui no Brasil, não importa como esteja com as pernas, tem que acreditar no governo, ou aciono o judiciário. Estamos entendidos? Isto aqui, você pode não acreditar, mais se trata de uma democracia. Participou da carne? Vai roer o osso.

                                                     
                                                                          
                                                                         

quinta-feira, dezembro 06, 2012

OSCAR NIEMEYER

Hoje às 17h54 - Atualizada hoje às 17h55
Começa despedida popular a Oscar Niemeyer

A previsão é que o velório aconteça até as 20h, mas a homenagem pode ser encerrada antes, se a família desejar. Oscar Niemeyer é a terceira pessoa a ser velada no Palácio do Planalto. Antes dele, apenas o ex-presidente Tancredo Neves e o ex-vice-presidente José Alencar tiveram a última despedida no local.

Bravo! Bravo! Bravoooooo!

                                                                               

quarta-feira, dezembro 05, 2012

Cerca de 40% de 176 nações são menos corruptas que o Brasil segundo...




Reuters e Agência Estado

iG São Paulo | 05/12/2012 09:43:08

País ainda tem avaliação ruim em levantamento da Transparência Internacional com 176 nações; Dinamarca, Finlândia e Nova Zelândia são vistos como menos corruptos. Aqui

Como era em 2001 e 2002 Aqui


Dedicatória de amor de São Paulo aos nossos irmãos Mineiros.

Momento brasileiro requer a "ala esquerda" do PSDB eu recomendo o cavalheiro de ferro de nossos quadros "Geraldo pulso firme".

sábado, dezembro 01, 2012

O PARTIDO DOS TRABALHADORES EM ARTE




                                                                                    



domingo, novembro 04, 2012

EXEMPLOS, CRIMINALIDADE E VIOLÊNCIA

A educação, por si só, não é a solução para criminalidade. A religião, por si só, não é solução para criminalidade. O conjunto de assistência social, por si só, não é solução para criminalidade.

A cultura de um povo, os costumes estão enraizados em exemplos. Como posso dizer aos meus filhos e netos controlarem sua agressividade, se eles presenciarem ou encontrarem vestígios de descontrole emocional de pais, avós e ícones da sociedade?

O primeiro delito de todos os seres humanos é a extorsão indireta e estelionato mas não poderia ser doloso, e culposo, seria um paradoxo, a rigor nascemos inocentes, não creio no pecado original. Depois vem a agressão verbal (art. 138 do Código Penal), como difamação (art. 139 do CP) ou como injúria (art. 140 do CP). Nesta época somos imputáveis juridicamente, não moralmente. Lesão corporal art. 129. Quem nunca praticou na infância, ou qualquer época de sua existência? Eu fui réu e vítima, na infância. (inferno)

O furto simples é o próximo passo! Quem nunca furtou? Eu lembro de pegar um bambu, abrir ao meio e com a metade de um pregador de roupas, arregaçá-lo a largura de uma maçã com um barbante, ir a quitanda da “dona Beta” uma lusitana trabalhadora, que Deus o tenha, o resto os leitores podem imaginar. Eu qualifiquei o furto, devido ao artefato.

Minha mãe ao perceber que não pedi o dinheiro, e ter consciência de não pedir nada a estranhos, uma maçã para comer após o almoço? (falhou a memória) Pegou o dinheiro de meu lanche da escola e fez eu pagar a maçã explicando a “compra” em detalhes, não foi agradável! Lição 1: não é “bacana” lesar o próximo, não importa a causa. Mas ainda viriam mais lições.

À noite, meu pai chegou do serviço e minha mãe compartilhou o meu secreto delito. Meu pai calmo, deu um breve sorriso e guardou o artefato usado para o delito e foi dormir. No domingo seguinte era seu dia de folga, acordou junto comigo no meu horário de praia, e disse para que esperasse que tinha uma pequena tarefa antes de ir a praia. Pegou o artefato do delito que tinha guardado e fomos à esquina das ruas Baptista Pereira com Luiz Gama, em Santos-SP ano 1963, e limpei escorredor pluvial de vias “boca de lobo” por ser suja e fedida, com o meu artefato. Lição 2 : Papai gostou da criatividade mais tinha outras idéias para o uso. (Chato)

Mais tudo isso não chega “aos pés” do que a sociedade pôde incluir na cultura de maus exemplos do ano de 1.500  aos dias atuais. O que me levou a meditação e redigir o texto, é a carta a punho desta matéria. Aqui
                                                    
Поради липсата на добър пример
                                                    

                                                                                                                         

sexta-feira, setembro 28, 2012

CRIME HEDIONDO

a) O furto da esperança pelos políticos.

b) O furto da propriedade pública pelo gestor.

c) O furto da história e da memória por aqueles que se acham a geração de estréia nacional.

d) O furto do pensamento crítico por aqueles que fazem uso da ameaça velada, da censura sutil ou da arrogância e desprezo pelo debate aberto.

Numa palavra, o furto no nosso país já não é um simples somatório de casos policiais, uma onda crescente que se destaca no mar. O furto tornou-se uma cultura, num sistema. Tornou-se regra. Somos hoje um país em permanente furto de si mesmo. E nenhuma nação, por mais que esteja a caminho do progresso, pode conviver com uma doença assim.

Falo da corrupção, lenta hemorragia que nos leva insidiosamente ao corriqueiro.

                                    O começo da mudança, pode ser aqui.                        

segunda-feira, setembro 24, 2012

EDUARDO COLLEN LEITE - O BACURI

Como bom cidadão do regime militar, em 1967 foi incorporado ao exército, servindo na 7ª Companhia de Guarda, e, no Hospital do Exército, no bairro do Cambuci, região central de São Paulo. Na época em que frequentou o exército, a grande ala da esquerda dos oficiais de menores patentes, tradicionalmente históricas no Brasil, tinha sido completamente expurgada.

Eduardo Leite passou a integrar a Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), uma organização política armada de extrema esquerda. Mostrou-se um militante arrojado e destemido, que se iria notabilizar pela eficiência em executar as mais difíceis tarefas das guerrilhas urbanas.

Para não ser identificado pelos serviços repressivos do regime, Eduardo Leite passou a usar o codinome de Bacuri, apagando de vez o antigo técnico de telefonia, tornando-se um ávido militante da esquerda opositora à ditadura. O codinome virou alcunha, grudou-se de forma indelével à pele e à alma de Eduardo Leite, que se despiu totalmente do pacato cidadão para dar passagem ao violento guerrilheiro. Bacuri, descrito pelos companheiros de luta como simples, afável e bem-humorado, tornar-se-ia para o regime militar um terrorista sanguinolento e temível. Bacuri passou a ser uma lenda na história das guerrilhas da esquerda. A alcunha se lhe perseguiria até a sua morte.
O ano de 1969 despontou como uma ressaca do AI-5. Seria um dos anos mais violentos tanto para a ditadura, quanto para as organizações de esquerda. Em abril, Bacuri deixou a VPR para fundar a Resistência Democrática (REDE). Destacou-se rapidamente nas empreitadas da guerrilha urbana. Praticou dezenas de assaltos a bancos, supermercados e carros fortes, sem nunca se deixar apanhar. Sua reputação de perigoso subversivo logo se espalhou. Ainda naquele fatídico 1969, seu rosto aparecia estampado, ao lado de Carlos Marighella, nos cartazes de “Procurados” espalhados pelo país. Bacuri tornara-se uma lenda, um nome que incomodava os agentes da repressão.

As operações de assaltos a bancos e supermercados envolviam grandes riscos, podendo vitimar tanto os assaltados quanto os assaltantes. Os assaltos tinham como finalidade levantar dinheiro para as operações de luta armada, além de poder manter a sobrevivência dos que viviam na clandestinidade, impedidos de trabalhar e ter o seu próprio sustento. Muitas vezes, dentro dos aparelhos, a fome falou mais alto do que a ideologia. Bacuri tornou-se o militante mais eficiente para executar essas operações, o que lhe acarretou uma vida de extrema violência e de mortes nas costas, aumentando-lhe a fama de “terrorista” perigoso.
Entre os mortos nas operações de assalto, foram imputados direta ou indiretamente a Bacuri, as mortes de: Abelardo Rosa Lima, soldado da policia militar de São Paulo, metralhado numa tentativa de assalto ao Mercado Peg-Pag, em 6 de outubro de 1969. Além de Bacuri, participaram do assalto Walter Olivieri, Devanir José de Carvalho, Ismael Andrade dos Santos e Mocide Bucherone. A operação foi realizada em conjunto, pela REDE e pelo Movimento Revolucionário Tiradentes (MRT).

Orlando Girolo, bancário de uma agência do Bradesco em São Paulo, morto numa operação executada por Bacuri e Devanir José de Carvalho, representando a REDE e o MRT, respectivamente. João Batista de Souza, guarda de segurança da Companhia de Cigarros Souza Cruz, no Cambuci, em São Paulo. Bacuri foi identificado como o autor do assassínio, aumentando-lhe substancialmente a fama de guerrilheiro. A operação foi novamente executada pela REDE e pelo MRT, reunindo outros militantes das duas organizações.

A competência de Bacuri nas operações de guerrilha, fez dele o militante ideal para novos seqüestros. Ao lado da mulher Denise Crispim, participou ativamente no seqüestro do cônsul do Japão em São Paulo, Nobuo Okushi. VPR, REDE e MRT, realizaram a operação, em 11 de março de 1970. As negociações com o governo resultaram na libertação de cinco prisioneiros políticos.

No dia 11 de junho de 1970, em plena Copa Mundial de Futebol, realizada no México, mais uma vez Bacuri fazia parte de outro seqüestro, o do embaixador alemão Ehrenfried Von Holleben. Durante a operação de seqüestro, Bacuri disparou três tiros contra o agente da polícia federal Irlando de Souza Régis, matando-o com um tiro na cabeça. A morte do agente, que fazia a segurança do embaixador, gerou um recrudescimento dos órgãos de repressão do governo, que se lançaram implacáveis na perseguição aos guerrilheiros, em especial, na captura de Bacuri. 

Alfredo Sirkis, um dos seqüestradores, relataria mais tarde, que Bacuri aparecera sem capuz diante do embaixador, o que lhe causou constrangimento e irritação, pedindo que ninguém se apresentasse a ele com o rosto descoberto. A operação rendeu a libertação de quarenta presos, entre eles Fernando Gabeira e Vera Sílvia Magalhães, envolvidos no seqüestro de Charles Elbrick.

No dia 15 de julho de 1970, a militante Ana Bursztyn aguardava a hora para dirigir-se ao ponto combinado com os companheiros. Como estava adiantada, passou pela loja de departamentos do Mappin, pegando alguns cosméticos. Seu nervosismo atraiu as desconfianças de um fiscal; quando se dirigia ao caixa para pagar, o fiscal pediu para que abrisse a bolsa. Levada à sala do chefe de segurança, Ana Bursztyn apavorou-se quando pediram para revistá-la, sabia que na bolsa estava uma arma, o suficiente para incriminá-la. 

Ao ser descoberta, tentou fugir, puxou da arma, uma taurus 32, atingindo o chefe de segurança na perna. Ferimento suficiente para causar uma hemorragia e matá-lo. Ana Bursztyn foi presa, no dia seguinte os jornais anunciavam que se havia prendido a guerrilheira ladra. Submetida a intensas e ininterruptas torturas durante oito dias, Ana Bursztyn deixou escapar o endereço do aparelho de Bacuri.
Como conseqüência, Denise, grávida de poucos meses, foi presa. 

Silenciosamente, à distância, Bacuri, ao lado dos companheiros Carlos Eugênio Paz e Ana Maria Nacinovic, assistiu à prisão da mulher. Mais tarde, tentando evitar que Denise fosse torturada, telefonou para o comandante do II Exército, identificando-se como Bacuri, guerrilheiro da ALN. Avisou ao militar que Denise tinha sido presa pelo DOI-CODI, e que se alguma coisa acontecesse a ela e à criança, iria matar o general-comandante do II Exército. 

Os militares só deram importância à ameaça, quando Carlos Eugênio voltou a telefonar, dando detalhes da rotina do general, ameaçando ceifar-lhe a vida. Acossados, os militares negociaram com Bacuri a libertação da mulher e do filho. Denise Crispim foi libertada mediante acordo para que se preservasse a vida do general. Foi a última vitória do guerrilheiro Bacuri sobre a ditadura. A partir de então, seria procurado e, se apanhado, sua vida não teria mais valor.
                                                      Elio Gaspari, no livro “As Ilusões Armadas”, relata que Bacuri viveu o último dia da sua vida no forte dos Andradas, no Guarujá. Chegara ao local dentro de um saco de lona, sendo encarcerado em uma solitária erguida na praia do Bueno. Dali teria sido levado para um túnel do depósito de munições. No dia 8 de dezembro, segundo narrativa do soldado Rinaldo Campos de Carvalho, uma veraneio parou em frente à entrada do depósito, de onde saltaram um major e dois tenentes. Foram ao local onde Bacuri estava trancado, anunciando que iriam levá-lo para o hospital militar. 

Segundo o soldado, que ajudava o prisioneiro a encostar-se na pia para que se pudesse lavar, o major ordenou que saísse. Ele só ouviu uma pancada, que ambiguamente não sabe tratar-se de um tiro ou de uma cabeça a bater contra a parede. Testemunhou que, logo a seguir, o corpo foi retirado do banheiro no mesmo saco de lona em que fora para ali trazido. Acabaram-se os 109 dias da sua agonia.
Oficialmente, as autoridades anunciaram para a imprensa que Carlos Collen Leite, o Bacuri, morrera em tiroteio em Boracéia, estrada que liga Bertioga a São Sebastião, litoral paulista, após oferecer selvagem resistência.


Fonte: JEOCAZ LEE-MEDDI


Comissão da verdade a brasileira: AQUI e AQUI

sexta-feira, setembro 14, 2012

LEI DE LICITAÇÃO POR UM FIO NO BRASIL

O programa "BRASIL CARINHOSO" foi aprovado pelo senado. O Regime Diferenciado de Contratações (RDC) no setor da educação é um grande avanço. Trataria da educação infantil, como foi aprovado, o (RDC) parece que altera um pouco a lei de licitações 8.666, se não a elimina completamente. Mais não é isso que eu gostaria de informar aos leitores, o (RDC) eu deixo para grande mídia, mais exponho a vocês o link: Leiam

O que acho que esta faltando, é avaliação e comparação com incentivos ao esporte e a educação no país. Na educação, acho que não preciso me prolongar para mostrar que é deficiente, o IDEB mostrou o apagão intelectual que estamos vivendo. No esporte, a situação melhora bem pouco, mais deverá ficar maravilhosa a depender de incentivos. Temos duas leis, por falta de uma, que incentivam a prática: a Lei 10.891 de 9 de julho de 2004 (Bolsa Atleta) e a Lei 11.438 de 29 de dezembro de 2006 (Lei de incentivo e benefícios para fomentar as atividades de caráter desportivo).

Como podem notar cada governo da ênfase ao que é mais peculiar no caráter de seu chefe. Luiz Inácio Lula da Silva trocaria uma livraria por uma pelada, mais não o critico, eu também sou apaixonado por esportes, mas não deixem a escolha por apenas uma das alternativas. A educação é cultura, saber, conhecer, transcender e inclusive esporte.

Quanto a acabar com a lei de licitação, acho que estamos entrando em "zona de perigo." Enfim isso também vai da educação de cada um. A história revelará.

                                                                           

quarta-feira, setembro 05, 2012

TRANSPORTE PÚBLICO? OU CARGA VIVA?

O aumento da frota e sua modernização, não são únicos requisitos para um administrador de transportes públicos (secretária de transporte e em, última análise o prefeito) terem uma boa avaliação de gestão. Logística urbana é a resposta.

Quais rotas de ônibus são disponibilizadas? Onde são colocados as paradas de ônibus? Com que frequência estes ônibus passam? A empresa tem um sistema eficiente de comunicação? Seus motoristas tem ciência que são pagos para dirigir, ou terem rotas? Existem reservas para cumprir horários?

Todas estas interrogações resolvem dois problemas de uma só vez, conforto e pontualidade. É isso o que os passageiros nas grandes cidades necessitam.

Estamos cansados de ser tratados por gestões públicas como "carga viva", que aliás levam vantagem sobre nós passageiros, não pagam a passagem. Não vejo isso ser debatido com inteligência nos debates e horário eleitoral gratuíto dos políticos. Um pensa em bilhete único(carga viva), outro pensa em ônibus de luxo (Sem horário?).

Inspetor de transporte e passageiros:





segunda-feira, setembro 03, 2012

A REVOLUÇÃO E A IDOLATRIA.

A história prova que os verdadeiros revolucionários, são os que lutam pela liberdade e democracia com "armas" que tornam possíveis a vitória. Quem luta com as armas cientes de que serão vencidos, são demagogos, egocentristas ou de pouca inteligência. A AP 470 é prova da tese do tempo, exemplos: 


José Dirceu de Oliveira e Silva foi líder estudantil entre 1965 e 1968, ano em que foi preso em Ibiúna, no interior de São Paulo, durante uma tentativa de realização do XXX Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE). Em setembro de 1969, com mais quatorze presos políticos, deportados do país, em troca da libertação do embaixador norte-americano Charles Burke Elbrick, foi deportado para o México. Posteriormente exilou-se em Cuba. Fez plásticas e mudou de nome para não ser reconhecido em suas tentativas de voltar ao Brasil após ser exilado, e voltou definitivamente ao país em 1971, vivendo um período clandestinamente em São Paulo e em algumas cidades do Nordeste e, quando teve novamente sua segurança ameaçada, retornou a Cuba. Em 1975 retornou ao Brasil, estabelecendo-se clandestinamente em Cruzeiro do Oeste, no interior do Paraná.


José Genuíno Guimarães Neto: em dezembro de 1968, muda-se para São Paulo e passa a viver na clandestinidade. Em 1968 se filiou ao PC do B, partido que defendia a luta armada contra o governo militar. Em 1970 vai para Goiás com o objetivo de lutar na Guerrilha do Araguaia, uma das principais ações desenvolvidas pelo partido na época, a fim de transformar o Brasil em uma sociedade socialista. Foi capturado pelos militares em 1972 e passou os próximos cinco anos na prisão, onde foi torturado. Foi solto em 1977 e passou a lecionar história.


Destino cheio de ironias, mesmo não sendo julgados e condenados, não foram representados pelo PGR por desobediência civil, porte de armas, sequestro, atentado contra a constituição que vigorou na época e a ordem pública. Serão julgados por formação de quadrilha e outros crimes para lesar o contribuinte, e não por lutar pela liberdade e democracia, que só eles acreditam ter lutado.


Se isso é ser revolucionário, o general Leopoldo Fortunato Galtieri Castelli também poderia ser considerado o "revolucionário mor", ou homem de pouca inteligência. Fosse ele mesmo um Revolucionário, não teria se aventurado em guerra de resultados mais do que previsíveis (MALVINAS), apenas para encobrir situações econômicas desfavoráveis ao seu governo. Lutaria com ações diplomáticas e jurídicas, para reinvindicar um direito de seu país (ARGENTINA), eram as "armas" possíveis.



Perceberam a diferença do Revolucionário para o "revolucionário"? Quem ficou no Brasil, mesmo enfrentando adversidades e venceu com as "armas" que lhes eram possíveis, são os verdadeiros Revolucionários. E há exceções, existem figuras históricas que se tornaram personagens elaborados por um grande arquiteto da ditadura militar, somente para evitar que um caudilho revanchista da época, tivesse a chance de vingança, tratados como revolucionários


Quem gosta de história do Brasil ou viveu a época, sabe a qual caso  me refiro. Hoje, ficaram restícios do falecido caudilho que exaltam a OEA e os direitos humanos quando lhes convém, se houvesse realmente uma comissão da verdade, julgariam as partes da questão. A que se encontra em vigor, fazem julgamentos unilaterais da parte que interessa. Viram como a história prova?


O GLOBO (DIRETAS JÁ)

Nessa época a presidenta Dilma era assessora da bancada do PDT na assembleia do RS

BLOG DO CLAUDIO AMORIM Headline Animator