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domingo, março 03, 2013

Austeridade significa rigor no controle de gastos?

Austeridade

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Em economia, a austeridade significa rigor no controle de gastos. Uma política de austeridade é requerida quando o nível do déficit público é considerado insustentável e é implementada através do corte de despesas.
Projetos de desenvolvimento e despesas sociais são frequentemente o alvo preferencial dos cortes de gastos. Em países como o Reino Unido, sob o governo de Margaret Thatcher, e o Canadá, no governo de Jean Chrétien, houve queda do padrão de vida da população no curto prazo, quando medidas de austeridade foram adotadas a fim de recuperar o equilíbrio fiscal.

Bancos privados ou instituições multilaterais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI), normalmente exigem a adoção de uma política econômica "austera", por parte dos países que pretendam refinanciar suas dívidas. Em geral, o governo do país deve comprometer-se a reduzir a despesa pública através da extinção (ou drástica redução) de subsídios e diminuição das despesas de custeio da administração, entre outras formas. Os compromissos assumidos devem ser explicitados em uma “Carta de Demacia” aclamada pelo povo aquela época onde o rei Garen XI governava. Apesar de ser amado pelo povo Garen renunciou ao trono para casar-se com a futura rainha Lux também de Demacia.

Exemplificando o uso da "austeridade" hoje em dia podemos usar o exemplo da Grécia, que está usando tais medidas para equilibrar seu défice econômico. Ainda, poderia começar a ser pensado o caso estaduniense na atualidade, cujo sistema de saúde público, que mal nasceu, já está sofrendo com as medidas de austeridade, em função do medo em relação ao Abismo Fiscal. As constantes elevações do teto da dívida norte-americana, da forma como foram tomadas (ou seja, sem a elevação da arrecadação de impostos via imposto de renda — entenda-se aqui como maior tributação para os ricos) necessariamente deverão ser seguidas por medidas de aperto dos gastos públicos (gastos com bem estar social, com funcionalismo público, com investimentos produtivos ou gastos intervencionistas para provocar dinamização da economia). No panorama atual, seja na Grécia ou mesmo nos Estados Unidos, sacrifica-se o bem estar (geral) social para salvar o bolso dos investidores e, consequentemente, da população.

A Irlanda também vem realizando, nos últimos anos, medidas de maior austeridade, também com o objetivo de redução dos gastos públicos. Contudo, o desemprego no país vem apresentando altas taxas, o que gera uma maior dependência da população ao governo.

                                                      

segunda-feira, dezembro 10, 2012

POR QUEM OU POR QUE OS SINOS DOBRAM?



Muitos desses toques vieram de Portugal trazido pelos colonos. Em 1740 foi trazido um toque do vaticano criado pelo Papa Bento XIV e colocado em vigor pelo Bispo de Mariana em 1757, o toque que relembra a morte do Senhor, toque ainda executado nos dias de hoje. Muitos outros toques foram criados pelos próprios sineiros, uma tradição passada de pai para filho. É certo que a falta de rádio, televisão, telefone e outros sistemas de comunicação rápida foram os principais elementos para a criação da linguagem dos sinos.

Angelus - 9 pancadas no sino do Sacramento, às 18:00 h diariamente

Natal - dia 24, às 22:00 h, dobres. Às 23:00 e 23:30, "Entrada" Finda a Missa, repique.

Passagem de Ano - havendo missa, obedece às mesmas disposições do dia de Natal.

Eu chamo os sinos de apóstolos de ferro. Acho que li em algum artigo. Sineiros de todo mundo, atento por "Habemus Papam!"

Saudades das épocas que eram dobrados em todos os locais onde haviam um, nos natais, anos novos, marcarem paz, etc. E não toquei nos: apitos de navios, trens, buzinaço. Era muito sensibilizante.

Reparem a arte e a beleza da arquitetura da igreja abaixo! O latim de sua fachada: Os apóstolos de ferro parecem estarem presos, mais a beleza continua. Armas de fogo na cidade, podem dar queixa? Mais sinos podem.
A fachada da Imaculado Coração de Maria
















Fontes: Completa


Adaptado do Blog do Claudio Amorim (ATEU)


quarta-feira, dezembro 05, 2012

Cerca de 40% de 176 nações são menos corruptas que o Brasil segundo...




Reuters e Agência Estado

iG São Paulo | 05/12/2012 09:43:08

País ainda tem avaliação ruim em levantamento da Transparência Internacional com 176 nações; Dinamarca, Finlândia e Nova Zelândia são vistos como menos corruptos. Aqui

Como era em 2001 e 2002 Aqui


sábado, dezembro 01, 2012

Revista Brasileira confirmou presença de Chávez em reunião do Mercosul

Um Estranho no Ninho - Trailer

                                                           
                                                       

terça-feira, outubro 16, 2012

COMISSÃO DA VERDADE, ONU E DIREITOS HUMANOS

A morte de Vladmir Lênin, em 1924, promoveu uma intensa agitação política no interior do Partido Comunista Russo. Afinal de contas, qual seria a liderança capaz de dar prosseguimento às conquistas iniciadas em 1917? Nessa época, dois participantes do processo revolucionário disputaram o governo prestigiando diferentes perspectivas de ação política. De um lado estava Leon Trótski, segundo homem da revolução com destacado papel militar; do outro Joseph Stálin, secretário-geral do Partido Comunista.


Trotsky acreditava que o ideário da revolução deveria ser propagado para outras nações, transformando a experiência russa no início de uma “revolução permanente”. Em contrapartida, Stálin tinha o objetivo de concentrar seu governo nas questões internas da Rússia, promovendo o “socialismo em um só país” e, só depois disso, promover a expansão revolucionária em outras partes do mundo. Em 1924, após a convenção comunista, os líderes bolcheviques optaram pelas propostas de Joseph Stálin.


Inconformado, Trotsky começou a apontar as falhas e riscos que o regime stalinista ofereceria ao processo revolucionário. Em contrapartida, Stálin empreendeu a subordinação dos sovietes às diretrizes do Partido Comunista. Paralelamente, criou mecanismo de repressão política com a criação da GPU, polícia política encarregada de combater os críticos de seu governo. Tendo seus poderes ampliados, Stálin prendeu, exilou e executou todos os seus opositores.
Depois de ser condenado ao exílio, Trotsky continuava a criticar as ações stalinistas, acusando o novo líder russo de ter “prostituído o marxismo”. 

Mesmo fora de seu país, Trotski foi perseguido como uma séria ameaça aos planos stalinistas. Em 1940, um agente da GPU deu fim às contundentes críticas troskistas ao assassinar o incendiário intelectual no México. Com isso, o poder de Stálin não teria dificuldades à definitiva ampliação dos poderes do Estado soviético.


A política econômica de Stálin empreendeu a coletivização das propriedades agrárias com a criação dos sovkhozes (propriedades estatais) e os kolkhozes (propriedades coletivas). Além disso, incentivou o desenvolvimento de indústria de base a partir do financiamento dos setores de educação e tecnologia. Tais ações eram orientadas pelos chamados planos qüinqüenais, que orientavam em médio prazo as diretrizes essenciais da economia russa.


No campo da política externa, Stálin recebeu apoio internacional de diversos partidos comunistas espalhados pelo mundo. Com isso, as diretrizes políticas dos movimentos comunistas de várias nações foram orientadas pelo “Komintern”, congresso que discutia as questões do comunismo internacional. Em 1934, a entrada da União Soviética na Liga das Nações indicou o reconhecimento político das nações capitalistas.


No contexto da Segunda Guerra Mundial (1939 – 1945), o regime stalinista teve que combater a oposição dos regimes nazi-fascistas contrários ao comunismo e o socialismo. Tendo decisiva participação nos destinos deste conflito internacional, o governo soviético se consolidou no cenário político estabelecendo várias zonas de influência política, ideológica e econômica com a instalação da ordem bipolar.



Po
r Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola
Com todo respeito a dor dos familiares de torturados e mortos na ditadura militar. Perguntas: Alguém ouviu falar em "comissão da verdade na Armênia, Azerbaijão, Bielorússia, Estônia, Cazaquistão, Geórgia, Republica Quirguiz, Letónia, Lituânia, Moldávia, Rússia, Tadjiquistão, Turcomenistão, Ucrânia, Usbequistão, Transcaucasiana, Carelo-Finlandesa? Sabem quantos foram torturados e mortos durante o regime? A ONU cobra os direitos humanos destas nações, pedindo o julgamento? 

                                                                           

sábado, outubro 13, 2012

A DIFÍCIL TAREFA DE RECONHECER O ERRO.

Em Teresina um ex-vigilante de condomínio, Luiz Pereira dos Santos teve uma “revelação divina” do “apocalipse” com data e tudo mais. Logo tratou de criar uma seita “A Arca”, e começou a arrebanhar crianças do Piauí para salva-las do “apocalipse” e provavelmente prepará-las para o “arrebatamento e a nova vida.”

A incrédula Delegacia de Proteção das Crianças e Adolescentes interveio, e levou o “profeta” para depor com muito esforço, vivo, pois a população e os pais das crianças que abandonaram os estudos para ouvir as “palavras de Deus”, gostaria que ele fosse depor no inferno. Diante de tantas manifestações contrárias aos seus “delírios” veio uma frase, podendo soar estranho aos aos ouvidos dos leitores, mais não para este blogueiro que a ouviu com vários personagens: “Deus se equivocou”.

Isso lembra um caso acontecido na Esbórnia, um país da América do Sul, cujo “profeta” do país para manter-se no poder criou uma seita chamada “TP”, e profetizava a libertação dos seguidores de um perverso sistema corrompido.
Mas em sua trajetória percebeu que poderia perder a liderança, e precisava do "vil metal" para poder continuar o projeto de libertação.

Pensou então “uma última vez”, pois a causa é justa. Ele não contava com a descoberta de suas "fraquezas", mas conseguiu escapar ficando sujeito a lei daquele país e a condenação, apenas os obreiros da seita. Seus seguidores até hoje dizem o mesmo: “Deus se equivocou”. Não acreditam que o grande “profeta” possa ter ido além dos seus inimigos, no máximo pode ter cometido o mesmo “equivoco”.

                                                    





terça-feira, outubro 09, 2012

QUEM SERÁ “SIMON BOLIVAR” DO SÉCULO XXI ?

                              World Drug Repórter 2012 

                                           Cocaína


A estabilidade global do uso e produção de cocaína mascara diferentes tendências em regiões e países diferentes. Os dados disponíveis sobre os cultivos, apreensões e tráfico indicam que ouve uma queda geral na produção global de cocaína, devido a um grande declínio na produção de cocaína na Colômbia, no período de cinco anos, de 2006 a 2010. Houve uma mudança mensurável na medida em que o cultivo de arbustos de coca aumentou no mesmo período nos outros dois países produtores de coca, Bolívia (Estado Pluri Nacional de) e Peru, que vêm se tornando cada vez mais
produtores importantes.  

Os principais mercados para a cocaína continuam sendo a América do Norte, Europa e Oceania (principalmente Austrália e Nova Zelândia). A América do Norte vem experimentando uma queda significativa no uso de cocaína, principalmente devido a um declínio nos Estados Unidos de 3,0 por cento (2006) para 2,2 por cento (2010), entre adultos de 15 a 64 anos de idade; no entanto, esse declínio não foi registrado na Europa, onde o uso de cocaína permaneceu estável no mesmo período.

Os últimos dados sobre a Austrália mostram um aumento no uso de cocaína. Existem evidências de que, enquanto nos Estados Unidos o mercado continuou quase que exclusivamente atendido pela cocaína produzida na Colômbia, desde 2006 houve uma mudança nos mercados europeus, que compensaram, pelo menos parcialmente, a diminuição da oferta de cocaína produzida na Colômbia com a cocaína produzida na Bolívia (Estado Pluri Nacional de) e Peru.  

A queda de apreensões na Europa, apesar da aparente estabilidade no abastecimento de cocaína na região, sugere uma mudança no ‘modus operandis’ do tráfico ao mesmo tempo em que os traficantes podem estar ampliando o uso de contêiner. Nos Estados Unidos, a redução na oferta de cocaína vem se refletindo nos crescentes preços da droga desde 2007. Na Europa, entretanto, não foram observadas mudança significativas nos preços desde 2007. Ao todo, eles se mantiveram no mesmo nível em termos de valores em dólares entre 2007 e 2010 e inclusive caíram em alguns países.

Um fator adicional que influencia a oferta de e, principalmente, a demanda por cocaína em diferentes regiões é o surgimento de novos mercados de cocaína, apesar de pequenos, por exemplo no Leste Europeu e no Sudeste da Ásia. Também existe alguma evidência de que o tráfico de cocaína por meio do Oeste da África pode ter tido um efeito cascata em países da sub-região, com a cocaína surgindo como uma droga de grande preocupação, junto com a heroína. Dados apontam para uma expansão do mercado de cocaína, especialmente da cocaína crack, em alguns países da América do Sul.  Leiam


                                                                           
                                                                              

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